Gordo Seboso

Esse Eu Li Todo

Essential Astonishing Ant-Man

by Gordo Seboso on Apr.19, 2008, under Esse Eu Li Todo

essentialantmanOla a Todos, essa semana eu terminei de ler mais um dos meus milhões de encadernados que estão formando uma pilha esperando que eu comece a lê-los.

Depois de meses e meses, lendo um pouquinho aqui, um pouquinho ali, terminei de ler Essential Astonishing Ant-Man que reune toda a sua passagem pela revista Tales To Astonish.

O que eu ainda não consigo entender é o porque das histórias de Henry Pym terem sido canceladas, depois aparecendo apenas como membro nos Vingadores, indo e voltando. Aqui o Homem-Formiga (Ant-Man) assume também outra identidade, Gigante (Giant Man). Ele tinha uma galeria de vilões bem interessantes, como o Human Top, Egghead, entre outros. Além disso também temos a Vespa, como sua sidekick e noiva.

Pym era um cientista que havia desenvolvido as habilidades de se comunicar telepaticamente com formigas, assim como controlar o seu tamanho. Ele passou então a usar sua tecnologia para lutar contra o crime.

Mesmo que a Marvel tenha tentado alavancar os personagens, com uma série de gadgets, uniformes, e poderes diferentes, a série não durou muito tempo.

Talvez na época ele tenha sido ofuscado pelo sucesso de personagens como o Homem-Aranha e os próprios Vingadores. Muita coisa aconteceu com os dois personagens nos quarenta anos seguintes, depois que eles foram substituídos em Tales to Astonish por histórias do Hulk e do Namor.

Hoje em dia, com o Secret Invasion e a revelação de que Henry Pym era na verdade um Skrull, surge uma ótima oportunidade para trazer de volta as aventuras do Astonishing Ant-Man and The Wonderful Wasp, explorando o gênio de Henry Pym e a vida de socialite de Janet Van Dyne, assim como atualizando sua antiga galeria de vilões.

Vale 3 Rick Jones e Meio

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Showcase Presents Legion of Super-Heroes

by Gordo Seboso on Jan.27, 2008, under Esse Eu Li Todo

1642-1 Hoje eu vou falar sobre mais um Showcase que eu li, no caso o Showcase Presents Legion of Super-Heroes.

O encadernado é bem legal, e interessante, as histórias são bem Era de Prata, e chegam até a ser engraçadas pelo fato da falta de conhecimento na época. As histórias são bem divertidas e foi o primeiro Showcase que eu li que tem plots que são desenvolvidos em várias histórias, como a morte e ressurreição do Lightning Lad, e o Iron Curtain of Time do Time-Trapper. Vale a pena dar uma conferida, esse ano já foi anunciado o segundo volume e eu com certeza vou comprar. O único ponto ruim é uma falta de organização em relação aos personagens, por serem vários muitas vezes alguns eram esquecidos, como o exemplo do Starboy que é introduzido logo nas primeiras histórias, e só volta a aparecer mais para o final do livro.

Esse vale 4 Jimmy Olsens e 1/2

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JLA Year One

by Gordo Seboso on Sep.13, 2006, under Esse Eu Li Todo

Ola a todos, essa semana eu vou indicar para vocês a mini JLA Year One, que é muito bacana, mostra a origem da Liga pós Crise nas infinitas terras e pré Crise Infinita (já que mudou tudo agora).

Mesmo não valendo mais como a origem definitiva a mini é boa demais, mostra como os personagens Lanterna Verde (Hal Jordan), Aquaman, Jon Jonnz, Canário Negro e Flash (Barry Allen) fundaram a Liga e como passaram a confiar e lidar uns com os outros, é boa demais!!! Eu já li as duas origens, a que tem no Showcase e essa e essa é a mais bacana, claro!!! Vamos ver como vai ser essa depois do Infinite Crisis!!! A série é escrita pelo Mark Waid e desenhada pelo Bryan Augustin e finalizada pelo Barry Kitson!!!

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Esse Eu Li Todo: Showcase Presents Justice League Of America Volume 1

by Gordo Seboso on Jul.19, 2006, under Esse Eu Li Todo

Eu já terminei de ler essa edição há alguns meses, mesmo assim, venho falar dela por ser muito legal mesmo, é bacana demais!!!!

Ela apresenta as primeiras 20 histórias com a Liga da Justiça da América em 544 páginas, mostrando sua origem (que foi reestabelecida depois do Infinite Crisis, deixando de lado a sensacional mini-série JLA Year One de Mark Waid) com os personagens Superman, Batman, Mulher Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Jonn Jonnz, Aquaman, Snapper Carr e depois mostra a entrada dos personagens Arqueiro Verde e Eléktron.

Mostra também a primeira aparição de vilões como Despero, Kanjar Ro, Amos Fortune e outros. As histórias são muito mais inocentes por pertencerem a Era de Prata, mas são muito divertidas e é uma boa leitura de cabeceira, li muitas histórias desse Showcase antes de dormir.

Estou esperando ansiosamente a DC anunciar mais volumes dessa série que pretendo colecionar por inteira.

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Esse Eu Li Todo: New X-Men do Grant Morrison

by Gordo Seboso on Jul.05, 2006, under Esse Eu Li Todo

Hoje eu vou falar de uma série que pra mim foi uma das melhores que os X-Men já tiveram, os New X-Men de Grant Morrison.New X-Men, que antes era conhecida como X-Men volume 2, mudou de nome quando o escritor Grant Morrison entrou no título na edição 114. A idéia do editor chefe da Marvel Comics na época, Joe Quesada, era que títulos mais fortes como X-Men voltassem a sua antiga glória e voltassem a ter o reconhecimento da crítica.

A passagem de Morrison pelo título realmente fez juz ao “new” em seu nome, adicionando novas idéias e conceitos ao mito dos X-Men usando os personagens Ciclope, Wolverine, Jean Grey, Fera, Emma Frost e Xorn no papel de professores. Morrison e o artista Frank Quitely recriaram o visual dos X-Men, deixando de lado os colants coloridos para algo mais comtemporâneo.

Algumas das mudanças mais notáveis foi o surgimento de mutações secundárias, como o Fera passar a lembrar um felino ao contrário do seu visual mais parecido com um gorila, a reintrodução de Emma Frost como uma integrante do time. Os fãs teriam a maior surpresa na edição 115 quando a ilha de Genosha e a maioria de seus habitantes assim como Magneto foram completamente destruidos, criando o tom que iria dominar a passagem de Morrison pela revista.

O New X-Men de Morrison foi recebido com opiniões divididas. Fãs mais antigos achavam que a chegada de Morrison não era nada mais nada menos do que uma jogada para aumentar as vendas do título. Outros, leitores mais jovens, achavam que a chegada de Morrison como uma renovação da franquia que estava cansada, repetitiva e cada vez menos interessante. Mesmo assim as vendas subiram cada vez mais e quase toda a reação negativa de fãs antigos mudou, aceitando as novas idéias e conceitos com bastante contentamento. A passagem de Morrison provou ser uma das mais bem sucedidas em qualquer título dos X-Men e tornou-se o sucesso de críticas que Quesada havia planejado anteriormente.

Na minha opinião Grant Morrison chegou na hora certa para reformular um conceito cansado, os X-Men precisavam se renovar como foi feito, e para mim é um dos melhores arcos já feitos na revista. Eu lembro que foi essa passagem do escritor pela revista que me fez voltar a gostar de X-Men, já que eu havia passado uns 2 ou 3 anos sem ler nada de quadrinhos.
A passagem de Morrison acabou no número 154, e no 157, o adjetivo “New” foi deixado de lado para o evento “X-Men Reload” voltando a se chamar X-Men.

Encadernados

  1. E Is For Extinction” edições: 114–117 e New X-Men 2001 Annual;
  2. Imperial” edições: 118–126
  3. New Worlds” edições: 127–133
  4. Riot At Xavier’s” edições: 134–138
  5. Murder At The Mansion” edições: 139–141
  6. Assault on Weapon Plus” edições: 142–145
  7. Planet X” edições: 146–150
  8. Here Comes Tomorrow” edições: 151–154


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Esse Eu Li Todo: The Invisibles Volume 2

by Gordo Seboso on Jun.21, 2006, under Esse Eu Li Todo

Bloddy Hell In AmericaOla a todos, como prometido meses atrás, vim aqui falar para vocês do segundo volume de The Invisibles de Grant Morrison. Terminei tem um tempinho, alguns meses, e ele pode ser encontrado em três encadernados:

  • Bloody Hell in America (vol 2, #1-4; com a arte de Phil Jimenez)
  • Counting to None (vol 2, #5-13; com a arte de Phil Jimenez)
  • Kissing Mister Quimper (vol 2, #14-22; com a arte de Chris Weston e Ivan Reis)

Nesse segundo Volume, os Invisibles se mudam para a América e descobrimos a origem de outros integrantes assim como passamos a conhecer outros personagens Invisibles. Logo de começo eles invadem um laboratório do governo onde a cura da AIDS era mantida guardada. O segundo volume é tão bom quanto o primeiro e involve viagens no tempo, totens, wormwholes, mais magia do caos, magic mirrors, etc!

Eu aconselho também esse segundo volume, bom demais, a arte de Jimenez é boa demais, fora que o Grant Morrison é foda!!!!


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Esse Eu Li Todo: Ultimates Volume 1

by Gordo Seboso on Jun.07, 2006, under Esse Eu Li Todo

Aproveitando que semana passada chegou pra mim o hardcover Ultimates Volume 1, vou falar um pouco sobre essa séria boa pra caramba.

Ela estaria dividida primeiramente em duas partes, na primeira a formação do grupo, onde os personagens nos são (re)apresentados. Novos conceitos são criados, Mark Millar e Bryan Hitch trouxeram todos aqueles personagens criados na era de prata e ouro para o século 21. Nessa primeira parte ainda temos a luta do grupo contra o Hulk, nessa nova versão não temos o Loki, e sim Banner agindo conscientemente.

Na segunda parte temos a batalha do grupo contra os Chitari, que é a versão Ultimate para os Skrulls do universo 616, isso eu só descobri nos extras do encadernado, eu achava que era outra raça. A batalha é muito boa, dura uns 3 capítulos e tem as melhores cenas da série.

Eu recomendo mesmo esse hardcover, tem pra vender na Livraria Cultura, e não sai tão caro. Estou esperando o volume 2 terminar, o hardcover deve sair no primeiro semestre de 2007, assim como o volume 3 da série, por Jeph Loeb e Joe Madureira.








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Esse Eu Li Todo: Watchmen

by Gordo Seboso on May.10, 2006, under Esse Eu Li Todo

Mês passado eu li o encadernado de Watchman, e posso falar que com certeza é uma das melhores histórias que já li. É escrita por Alan Moore e desenhada por Dave Gibbons. Nos mostra como seria o mundo real se as nações tivessem os heróis em suas linhas de defesa, no caso da série os Estados Unidos. É bom demais!!! Foi originalmente publicada em 12 edições pela DC Comics, e depois foi lançado o seu Graphic Novel com a série encadernada. Ano passado foi lançado sua versão Absolute (que por pouco, muito pouco, não comprei, o problema foi o preço, mais de R$230).

Na história nos conseguimos sentir os sentimentos dos personagens, conseguimos sentir a tensão da Guerra Fria, sentimos pena, sentimos medo. Watchmen é a única obra em quadrinhos a ganhar o Hugo Awards e a única que está na lista das 100 maiores obras literárias da Time.

Watchmen é maravilhoso demais!!! Vale a pena mesmo ler, e de repente até gastar os mais de R$230 na edição Absolute, a meu é o encadernado comum, mas me sinto tentado a comprar a versão Absolute. Eu recomendo essa Graphic Novel para qualquer pessoa, até quem não gosta de quadrinhos.








Carlinhos tem medo da Guerra Fria desde que viu O Dia Depois de Amanhã!!!
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Esse Eu Li Todo: Authority Revolution

by Gordo Seboso on Apr.26, 2006, under Esse Eu Li Todo


Essa semana vou falar de The Authority: Revolution escrita por Ed Brubaker com arte de Dustin Nguyen e Richard Friend e fala sobre os problemas encontrados pela equipe enquanto líderes de Estado da América.

Na história The Authority luta contra uma equipe de velhos super-humanos chamados Minutemen (seria uma homenagem a Watchmen???), formada por antigos super-heróis patriotas das décadas de 40, 50, e 60. Eles utilizam a seu favor o descontentamento dos cidadãos americanos em relação a tomada do governo pela equipe causando vários protestos ao redor do país, respondendo a uma pessoa que tem seu próprio Carrier.

Em uma batalha entre o The Authority e os Minutemen, a Casa Branca, assim como parte de Washington, é detruída fazendo com que a equipe deixe o governo e também causam sua separação. Três anos passam e cada um foi cuidar de sua vida, e ao visitar o túmulo do The Doctor, Jenny Quantum, agora com 8 anos, decide trazer de volta a equipe, sentindo que algo muito errado está acontecendo.

Não vou contar mais, essa série realmente trouxe de volta o The Authority que conhecemos, é boa demais, foi o último trabalho de Brubaker antes de assinar o contrato de exclusividade com a Marvel para a DC. Eu recomendo mesmo, e espero que seja publicado no Brasil. É louco demais como tudo acaba, bom demais!!!

Bom, fora as minis paralelas e especiais, The Authority agora está em Standby, esperando a estreia de sua nova série pelas mãos de Grant Morrison e Gene Ha ainda esse ano.

Existem dois encadernados da série: The Authority: Revolution Book 1 (1-6) e The Authority: Revolution Book 2 (7-12)





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Esse Eu Li Todo: Authority Volume 2

by Gordo Seboso on Apr.19, 2006, under Esse Eu Li Todo


Sim, estou de volta para continuar nossa série falando sobre The Authority, mas hoje, vamos falar da segunda série, que na minha opinião foi a mais fraco, mas tem alguns detalhes bons.Essa série foi escrita por Robbie Morrison com arte de Dwayne Turner. Durou 14 edições e na 10ª fez parte do Crossover Coup d’état que atingia as revistas The Authority, Stormwatch: Team Achilles, Sleeper and Wildcats v3.0. Esse crossover mostrava o The Authority tomando o poder, o governo, dos Estados Unidos.

A série toda pode ser encontrada nos encadernados:
Harsh Realities - Vol 2 #0-5.
Fractured Worlds - Vol 2 #6-14.
Coup d’état - crossover Coup d’état

Depois da controversa passagem de Millar pela revista a DC decidiu que isso não aconteceria novamente fazendo com o título se tornasse mais voltado para temáticas com super heróis comuns, o que acabou não agradando os fãs, incluindo esse que vos fala, fazendo com o título fosse cancelado passando por um novo relançamento, The Authority Revolution de Ed Brubaker, esse sim vale a pena e vou falar sobre ele semana que vem, até lá.













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Esse Eu Li Todo: The Authority de Mark Millar

by Gordo Seboso on Apr.12, 2006, under Esse Eu Li Todo


Hoje, na segunda parte sobre The Authority, vou falar sobre a passagem de Mark Millar e Frank Quitely (com alguns convidados) pela série. Os dois manteram o tom de ultraviolencia da série, mas adicionaram atitudes irreverentes e revolucionárias aos seus personagens. Eles queriam criar um mundo melhor, seguindo a filosofia do custe o que custar.


Após a morte de Jenny Sparks com o fim do século 20, Jack Hawksmoor tomou a liderança da equipe e além de enfrentar personagens baseados no Universo Marvel, também enfrentou o governo americano, que havia se cansado das atitudes da equipe, os substituindo por heróis similares, quase que duplicatas escolhidos pelo G7. Outro fato polêmico foi a adoção da personagen Jenny Quantum pelos, agora casados, Apollo e Midnighter. Outro fato que foi mostrado na sério foi que o The Doctor, após uma overdose de heroína e por não ter estado com o Authority em um momento importante, largou o vício.


O título, por ter se mostrado muito controverso, acabou sendo censurado pela DC. Um desses fatos foi a remoção de um beijo entre Apollo e Midnighter, que para a editora poderia trazer problemas no campo da mídia. O título estava se tornando bem polêmico, e sempre abrangia temas como sexo e violência e começava a preocupar a DC.


Esse fato veio a tona quando o 11 de Setembro aconteceu durante o um dos últimos arcos de Millar, Brave New World. O número 22 foi o último de Quitely, que deixou o título para desenhar New X-Men na Marvel. O título então ficou parado e para que ele não atrasasse muito, um arco de 4 partes, escrito por Tom Peyer, com a Authority do G7, foi lançado, servindo como ponte para o arco final de Millar, que começou no número 27. Tinha cenas de necrofilia, violência extrema em New York, o que foi considerado de mal gosto, já que o 9/11 tinha acontecido havia pouco tempo e também cenas dos membros do Authority sendo humilhados e degradados, o que acabou sendo amenizado pelo novo desenhista, o veterano Arthur Adams.


Paineis chegaram a ser alterados, como um que George W. Bush era mostrado como um covarde. Os atrasos causados pelas alterações a serem feitas fizeram com que as vendas da revista caissem bastante. O último título foi desenhado por Gary Erskine, depois que Adams deixou a revista chateado pelo quanto sua arte havia sido censurada.


Depois que Millar saiu o título foi cancelado só retornado um tempo depois pela mãos de Robbie Morrison. Depois disso Millar só trabalhou em mais um título da DC, e hoje tem contrato de exclusividade com a Marvel, comentando inclusive que está na Blacklist da DC e que provavelmente não volte a trabalhar tão cedo com a editora depois de ter seu trabalho tão censurado e modificado.











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Esse eu li todo: The Authority de Warren Ellis

by Gordo Seboso on Apr.05, 2006, under Esse Eu Li Todo


Ola a todos, essa semana vou falar de The Authority, semana que vem também. Essa semana vou falar do Authority de Warren Ellis e Bryan Hitch, semana que vem Mark Millar e Frank Quitely!!!

Authority foi criado por Warren Ellis e Bryan Hitch em 1999, e derivou de outra série da dupla, Stormwatch. A proposta era um time de super humanos que faria seu trabalho custe o que custar. Era formado por: Jenny Sparks, o espírito deo século 20; Jack Hawksmoor, o deus das cidades; Swift, uma tibetana com asas e garras; Apollo, uma versão criada genéticamente do Superman e gay; The Midnighter, uma versão mais obscura do Batman que era amante de Apollo e tinha a habilidade de prever os movimentos de seus oponentes em combate; The Engineer, uma cientísta que substituiu seu sangue com nano tecnologia; the Doctor, um Holandes viciado que tinha os poderes de centenas de Shamãs que o precederam.

A passagem de Ellis e Hitch em Authoriry durou 12 edições divididas em 3 arcos: The Circle (O Círculo), Shiftships (Naves Dimensionais), e The Outer Dark (A Escuridão Exterior). Eles enfrentaram terroristas internacionais, invasões de uma Terra paralela e o criador do Sistema Solar. A passagem dos dois pelo título teve um sucesso muito grande entre os leitores devido a grande quantidade de ação com super-heróis, que na época era uma quantidade incomum. Depois de sua saída do título, a equipe foi substituída por Mark Millar e Frank Quitely, que vou falar semana que vem. Até mais!!!








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Esse Eu Li Todo: Animal Man

by Gordo Seboso on Mar.29, 2006, under Esse Eu Li Todo

Hoje no Esse Eu Li Todo vou falar sobre o Homem Animal de Grant Morrison, que foi colecionado em 3 trade paperbacks: o primeiro Animal Man, o segunda Animal Man - Origin Of The Species e o terceira Animal Man - Deus Ex Machina. Bom, vamos lá.

No final de década de 1980 a DC começou e empregar escritores que em sua maioria eram jovens britânicos para reintroduzir ou recriar personagens antigos. Na mesma época que Alan Moore reinventou O Monstro do Pântano e Neil Gaiman recriou o personagem Sandman, o Homem Animal teve o mesmo tratamento pelas mãos de Grant Morrison. Morrison contou com a ajuda dos artistas Chas Truog e Doug Hazlewood, e para as capas o magnífico Brian Bolland. Morrison permaneceu no título por 26 edições, que inicialmente seriam apenas 4, uma mini série.

Morrison tratou de humanizar o personagem, Buddy Baker era um pai de família e ao mesmo tempo super-herói de defensor dos animais. Sua família era presença constante nas histórias e além disso Morrison recriou o uniforme do personagem adicionando uma jaqueta para que ele pudesse guardar as chaves. A curiosidade é que a partir daqui vários criadores passaram a por a jaqueta por cima dos uniformes dos personagens.No início o personagem demonstrava um desejo por fama e vontade de ingressar na Liga da Justiça, e devido ao grande número de vendas da revista o personagem entrou para a Liga da Justiça Europa

O tema principal de Morrison em Homem Animal era a interação entre criatura e criador, a barreira entre os personagens e as pessoas que contam as suas histórias. A série tinha referências sobre o Universo pré-crise, e em seu desfecho o personagem chega até a encontrar Grant Morrison!!! A série também ficou famosa por levantar questões sobre o vegetarianismo e os direitos dos animais.

Essa é com certeza uma das melhores séries que já li e sinto muita falta, ela durou bastante tempo depois de Morrison, mas foi integrada ao universo Vertigo sendo cancelado no número 89. Essa série, nas mãos de Morrison, leva Nota: 10, hoje em dia vários elementos que surgiram nela podem não ser mais novidade, mas esses mesmos elementos foram criados a partir dela!!!

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Esse Eu Li Todo: Miracleman

by Gordo Seboso on Mar.22, 2006, under Esse Eu Li Todo

Para a segunda coluna Esse Eu Li Todo, escolhi uma revista que li tem mais ou menos dois anos, Miracleman. Antes o personagem se chamava Marvelman, mas devido a problemas legais foi mudado para Miracleman.

Na década de 1950, a editora inglesa L. Miller & Son Ltd publicava as histórias do personagem americano Captain Marvel. Em 1954 a Editora Whizz comics resolveu parar de publicar as histórias do personagem nos EUA, o que a L. Miller resolveu fazer foi criar histórias próprias apenas mudando o Design dos personagens e os nomes.

Captain Marvel virou Marvelman, Captain Marvel Jr virou Young Miracleman. As revistas dos personagens duraram até 1963. Uma curiosidade em relação ao personagem no Brasil é que suas histórias também eram publicadas, na mesma revista que publicava as histórias de Captain Marvel, sendo que seu nome era Jack Marvel, ao invés de Marvelman.

Em 1982 surgiu a revista Warrior na Inglaterra, e as histórias de Marvelman voltaram a ser publicadas. Dessa vez com os roteiros de Alan Moore e os desenhos de Garry Leach e Alan Davis. A versão de Moore apresentava um Michael Moran que havia crescido, casado e tinha esquecido que era Miracleman. Na história Moran tinha sonhos em que voava e não conseguia lembrar de uma palavra que tinha grande significado em seus sonhos. Em seu arco inicial Moore nos apresenta Moran se reacostumando aos poderes após redescobrí-los, os efeitos em sua vida pessoal e profissional. Nos apresenta o vilão, um Kid Miracleman crescido e com sede de vingança, e explora uma nova mitologia em cima do personagem.

Após o confronto com Kid Miracleman, Moran encontra seu arquiinimigo Dr. Gargunza, luta contra nazistas, e descobre que Gargunza estava envolvido com a criação de Miracleman. Durante a Série a filha de Moran nasce e outros personagens surgem, como Miraclewoman e os Warpsmiths. O arco final de Moore é quando Kid Miracleman retorna e uma batalha entre os dois praticamente destrói Londres.

No último número de Moore no comando da revista, a esposa de Moran o deixa e sua filha, Miracleman decide que vai utilizar os poderes pra criar uma utopia na Terra através de um governo totalitário (contrastando com V de Vingança de Moore, escrito na mesma época).

Após a saída de Moore, quem assume os roteiros é Grant Morrison, que traz para a proposta de três grandes arcos: The Golden Age, The Silver Age e The Dark Age. Em The Golden Age ele nos apresenta o mundo após Miracleman tomar controle e construir sua utopia, sempre se perguntando se aquela foi a coisa certa a se fazer.

The Silver Age nos mostra o retorno de Young Miracleman, mas nunca chegou a ser concluída assim como The Dark Age nunca foi publicada. Até hoje existe uma guerra nos tribunais entre Neil Gaiman e Todd McFarlane em relação aos direitos do personagem. Só espero que um dia Gaiman consiga terminar sua série já que ela para em um momento crítico!!!

Miracleman foi escrito por Alan Moore e Neil Gaiman, e teve como ilustradores Garry Leach, Alan Davis, Rich Veitch, John Totleben, Chuck Austen (é, ele mesmo!) e Mark Buckingham. Além disso, Miracleman foi uma das melhores coisas que eu li na minha vida toda, uma das minhas séries favoritas, eu fico na torcida que Neil Gaiman ganhe a batalha, principalmente agora com apoio da Marvel, pra continuar a revista.

Esse foi mais um Esse Eu Li Todo, semana que vem vou falar do primeiro encadernado de Animal Man. Aguardem.

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Esse eu li todo: The Invisibles Volume 1

by Gordo Seboso on Mar.15, 2006, under Esse Eu Li Todo

Ola a todos!!! Para inauguras a sessão Esse Eu Li Todo, vou falar sobre o primeiro volume de The Invisibles (atualmente estou lendo o segundo), que durou 25 edições e foi publicado pelo selo Vertigo, da DC Comics de quadrinhos adultos, o mesmo de Sandman e Hellblazer, por exemplo. The Invisibles foi a primeira creator-owned série do Grant Morrison para a DC, e assim como Zenith, dele também, fala de conspiração, de um mundo por trás do mundo (chupado ao extremo pelos irmão Xoxotovisk de Matrix), de contra-cultura e rebeldia. A intenção de Morisson era que Invisibles fosse tão influente quanto os Sex Pistols. Talvez seja muito cedo ainda para falar se isso realmente aconteceu ou não, mas podemos encontrar esse tipo de influência em alguns filmes como Matrix. O título vendeu muito bem em seu início, mas suas vendas começaram a cair e a DC e o Grant Morrison começaram a se preocupar. Para promover a revista, Morrison marcou uma Wankathon para aumentar as vendas da revista. Em um horário e data marcados por ele, todos os fãs de The Invisibles deveriam se masturbar ao mesmo tempo!!! Durante a série Morrison ficou muito doente, e ele relacionou seu estado com o fato de ter escrito muito sobre magia, a magia havia influenciado sua saúde. Ele também diz que muitas das idéias que ele teve para a revista vieram de quando ele foi Abduzido por aliens em uma viagem a Katmandu, eles o contaram boa parte da história. A série inteira encontra-se toda disponível em TPBs, o primeiro volume pode ser encontrado em 3 no total e o resto da série, que vamos falar depois, em mais 4. A história gira em torno de um grupo de Invisibles: King Mob (anarquista, assassino e popstar), Jack Frost (jovem rebelde, boca suja, futuro buda), Ragged Robin (telepata, sensitiva, viajante do tempo), Boy (busca a vingança pela morte de seus irmãos, faixa preta, ex-policial) e Lord Fanny (bruxa, shaman, travesti, brasileira), mas também mostra outros como Tom O’Bedlam e Jim Crow. O primeiro encadernado, Say You Want a Revolution que coleciona da edição 1 a 8 tem arte de Steve Yeowell e Jill Thompson. Ela gira em torno da introdução do conceito dos Invisíveis e da entrada do personagem Jack Frost para a equipe, substituindo John-a-Dreams. O jovem foi escolhido quando King Mob invocou o espírito de John Lennon para indicá-lo alguém. No começo da série, Jack Frost, que se chamava Dane McGowan, incedeia a biblioteca de sua escola e é levado a uma casa de correção para jovens delinquentes, onde todos são lobotomizados a la Laranja Mecânica. King Mob então se dirige para Liverpool e resgata o jovem deixando-o nas ruas de Londres, onde o personagem Tom O’Bedlam, mendigo e Invisible, o passa seus ensinamentos. Quando seu “treinamento” é concluído, Dane passa a integrar os invisíveis e assume o nome Jack Frost. O segundo arco, dentro do mesmo encadernado, os Invisíveis projetam sua forma astral no passado onde recrutam o Marquês de Sade. Ao mesmo tempo no presente são atacado pelo demônio Orlando, no passado são atacados pelos Ciphermen, que procuram a cabeça embalsamada de João Batista, que tem a habilidade de revelar profecias. O segundo encadernado, Apocalipstick, representa as edições 9 a 16, tem a arte de Jill Thompson, Chris Weston, e outros. Essa parte do Volume 1 de Invisibles começa com Dane fugindo assustado da equipe após o incidente que fecha o livro anterior, e mostra algumas histórias fechadas. Na segunda parte desse livro, os Invisíveis se separam para procurar Dane, enquanto a Outer Church contrata um assassino bissexual com atração por travestis, Brodie, para encontrar os Invisíveis, já que haviam rumores de um travesi Shaman, a Lord Fanny, dentro de uma equipe. Esse arco mostra a origem de Lord Fanny, um travesti brasileiro, que é uma bruxa, Invisible. Ao mesmo tempo, Lord Fanny e King Mob lutam contra Brodie e ao mesmo tempo que o derrotam são capturados por Sir Miles. O arco termina com Dane luando contra Sir Miles e usando seu poder para destruir uma rua inteira, fugindo então para Liverpool. O Terceiro encadernado, Entropy In The U.K., coleciona as edições 17 a 25, e é desenhado Phil Jimenez, Steve Yeowell, entre outros. Começa com King Mob sendo interrogado por Sir Miles, que usou uma droga que faz com que ele acredite que palavras escritas são realmente aquilo que estão vendo, que resiste usando sua persona Gideon Stargrave. Ragged Robin e Boy chamam Jim Crow para ajudá-las a resgatar King Mob e Lord Fanny. Boy vai a Liverpool para achar Jack Frost e ao mesmo tempo encontra Mr. Six, que treinou King Mob. Todos no final se encontram na House Of Fun, onde Jack Frost derrota o King-Archon, e cura King Mob que estava a beira da morte. Esse arco nos mostra a origem de King Mob, e fecha o primeiro volume de The Invisibles, que continuou no mês seguinte com uma nova numeração. O arco termina com uma história fechada de Mr. Six no passado quando fazia parte da Division X, uma equipe de investigadores paranormais. No geral pra mim, o primeiro volume de The Invisibles foi bem Breakthrough, podemos realmente ver influências da série em outras, tanto de outros autores como do próprio Morrison, como Matrix (dos Xoxotovski), New X-Men e The Filth (do Morrison), The Ultimates de Mark Millar entre outros. Seven Soldiers é outro exemplo. Os desenhos são ótimos, principalmente os de Phil Jimenez. Vale a pena ler sim e no geral esse primeiro volume pra mim leva 8. Os pontos negativos são a constante troca do time de criação, por mim Steve Yeowell ou Phil Jimenes poderiam ter ficado mais tempo na série, até mesmo a Jill Thompson, que também é ótima. A história é muito boa, mas depois de todo esse tempo não é muita novidade esse conceito de o mundo por detrás do mundo. Talvez na época fosse quase uma novidade, algo que não foi tão falado até lá, mas hoje, principalmente depois de Matrix, é algo usado até a exaustão. Bom essa foi a estreia do Eu Li Tudo das quartas feiras, semana que vem vou falar sobre Miracleman de Alan Moore. Se alguém quiser saber mais sobre o The Invisibles, pode visitar a página no Wikipedia ou então entrar no site The Bomb

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So, I’m asking? What will be the reaction?

by Gordo Seboso on Nov.04, 2005, under Esse Eu Li Todo, Quadrinhos

Nossa, acabei de ler House of M 8, ainda estou sem fôlego, mas vamos lá!

- Layla Rose Miller, you are going to be late for school!! Get Up!!

A revista começa com Nova Iorque de volta ao normal, e com a cena da personagem Layla Miller acordando de volta nesse “velho novo mundo”. Muita atenção nessa personagem, ela lembra e tenho certeza que vai ser importante no futuro. Legal os posteres no quarto.

- MJ doesn’t remenber

Pelo que parece apenas algumas pessoas se lembram, uma delas é o Homem Aranha, que vê como sua vida teria sido melhor se ele tivesse feito outras escolhas. Logo em seguida o Dr. Estranho entra na sala, prestem atenção tenho certeza que vem coisa boa pra ele por ai, tomara que ele ganhe uma série própria.

- “No more mutants.” She said “No more mutants!”

Uau, aqui começam cenas fortíssimas, fiquei até sem fôlego, sem brincadeira. Bom, a mansão está um caos, vários alunos chorando e desesperados, todos os X-Men também desesperados, quase todos os alunos perderam os poderes, e vejam, eram algumas centenas de alunos do Instituto. Muito triste ver personagens como a Sophia, o Tag, a Laurel, entre outros perderem os poderes, mas foi um mal necessário.

Bom, esse foi mais um ponto importante, Logan agora lembra de tudo, de toda a sua vida, também tava na hora de dar um Fresh Restart pra ele, o próximo ano vai ser mostrando exatamente detalhes da vida dele que nós não sabiamos. Aqui começamos a perceber que Bendis deixa solto vários novos plots para praticamente todos os personagens. Isso é muito bom já que a Marvel promete tornar seus quadrinhos mais acessíveis a novos leitores.

- Please no. Please no…

Mais cenas fortes, Emma, Scott e Hank acessam a Cerebra para localizar todos os mutantes do Planeta. Cerebra acusa que só existem algumas centenas. Emma não consegue localizar nem a Wanda, nem Xavier.

- Did-did I do something wrong?

No meio do caos na escola, das crianças desesperadas, Kitty tem uma conversa com a Dani e pelo que parece, a Moonstar, Miragem, também não é mais mutante, pelo menos é o que fica subentendido. Aqui Bendis mostra que apenas quem estava envolvido na batalha em Genosha é que lembra do que aconteceu. E mais um personagem, e desta vez dos grandes, não é mais mutante.

- So What? Is that it for Iceman?

Homem de Gelo, um dos X-Men originais, agora ex-mutante. Um dos grandes personagens perdeu seus poderes, não sei se de vez, o que não acredito, mas aquela história de ele ser de gelo para sempre tava bem chatinha. Mas enfim, fico triste porque ele era um dos personagens mais bacanas dos X-Men.

- Oh my God… The X-Men…

Volta para a torre dos Vingadores, todos assistindo a vários noticiários que reportam a perda dos poderes de praticamente todos os mutantes. Muitos são culpados, principalmente o governo. William Strikes retorna com sua cruzada anti-mutante falando que isso foi um castigo de Deus.

- I failed. Completely.

Mais um vez o Dr. Estranho no centro, ele admite ter falhado em proteger as pessoas que é a sua missão como Mago Supremo. Com certeza dai vai sair alguma coisa sobre ele, tomara! O Homem-Aranha se desespera e pede para que ele apague suas memórias do acontecido, de toda a sua vida feliz naquele mundo, mas ele se recusa.

- There’s someone at the mansion.

Bom aqui eu só tenho uma coisa a falar \o/ OBA!!!! Gavião Arqueiro voltou vivo do House of M, tomara que ele ganhe a série dele de volta, era muito legal, um dos personagens mais bacanas, tomara que ele volte para os Vingadores. Uma cena muito legal e bonita, deles entrando nos escombros da Mansão e encontrando o uniforme dele entre outras coisas.

- Lost your power over metal, have yuh? (SNAKT/SNIKT) I didn’t!!

WOA! Breathtaking scene aqui. Os X-Men vão a Genosha atrás e encontram Magneto… sem poderes. Nossa que irônico, o fim de Magneto foi tornar-se um humano, muito irônico, e muito sensacional, um fim melhor do que se ele tivesse morrido. Cena muito forte.

 

- Well, it’s shocking to say these words out loud, but we may have seen the extinction of an entire species.

Para finalizar, Henry Pym sendo entrevistado, e ele realmente fala coisas muito interessantes, sobre o possível fim de uma espécie, e que a natureza deve reagir em relação a isso, para onde toda essa energia foi? Como isso vai afetar o ecosistema? Ele fala de como isso alterou a evolução humana, a evolução das espécies foi totalmente alterada. Toda essa energia, para onde foi?

Bom pelo menos sabemos agora onde a Wanda está, em algum lugar da Europa, sem poderes, vivendo normalmente agora e feliz. O melhor, é o final, fica meio que subentendido um efeito Fênix por trás do planeta Terra, e basta pensar, qual é a maior força da natureza no Universo Marvel? AH-HÁ!!!! Agora vai começar o Decimation que vai mostrar como os mutantes vão se encaixar no novo Universo Marvel, estou esperando ansioso, semana que vem começa.

Minha opinião pessoal é que realmente era NECESSÁRIO fazer isso, chega de milhões de mutantes, mais mutantes do que humanos quase, isso tava muito chato e ser mutante era banal, e achei muito acertado da Marvel escolher personagens grandes como Homem de Gelo, Magneto, Xavier entre outros para fazer parte dessa “limpeza”. Afinal, por que só os menos importantes teriam que perder os poderes? Espero que a Marvel mantenha essa situação por pelo menos uns 3, 4 anos, tomara, ai sim ela vai me surpreender, maaaas, tem filme dos X-Men ano que vem, enfim, agora é esperar para ver. Semana que vem eu falo do Decimation.

- So, I’m asking? What will be the reaction?

 


É senhoras e senhores, o fim de uma era para a Marvel.

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Infinite Crisis X House of M

by Gordo Seboso on Oct.14, 2005, under Esse Eu Li Todo, Quadrinhos

Ou porque a Marvel sempre sai na frente!!!

Bom, vocês sabem que eu estou acompanhando o House of M da Marvel e o Infinite Crisis da DC. Eu tinha em mente que o Infinite Crisis seria superior ao House Of M, que depois vai se tornar o Decimation, enfim, achava que o House of M tava demorando muito, mas me enganei e mais uma vez e a Marvel provou que corre na frente da DC, e acho que isso ainda vai ser assim por muito tempo.

Em Infinite Crisis temos grandes revelações, na verdade a primeira edição é um pouco devagar, mas é só a primeira ainda. Personagens morrem, GRANDES personagens reaparecem, mas… não tem aquele gostinho que tive ao ler House Of M 1, de ter acabado com todas as unhas dos meus dedos, aquela aflição, enfim, foi uma primeira edição boa, mas inferior a primeira do House of M, que termina daquela maneira que deixa o leitor desesperado gritando “CARALHO CARALHO CARALHO, a próxima edição ainda vai demorar duas semana, CARALHO!!!”. Atenção, Infinite Crisis foi boa, mas estava na média.

Acho que outro problema em relação ao Infinite Crisis é a quantidade de material que É PRECISO ser lido para chegar à série, e nem sempre com boa qualidade, mas sem ele você se sente perdido, e segundo uma lista que achei na própria DC são mais ou menos 200 revistas se você quiser conhecer a crise por completo, desde a primeira, já que se você não ler a primeira não vai entender tchungas dessa nova.

Acho que o que mata o Infinite Crisis em relação ao House Of M é a quantidade de revistas interligadas, e essa quantidade chega a diluir a qualidade.

Mas você pergunta, ué, mas o House of M não está atingindo outras revistas e surgiram mini séries derivadas? SIM, mas elas têm histórias contidas, você NÃO precisa MESMO ler Spider Man House Of M para ler a House Of M, muito menos os tie-ins em outras revistas como Uncanny X-Men ou Cable & Deadpool, elas são apenas revistas que ilustram um pouco mais, e realmente muito pouco. A qualidade fica totalmente concentrada na série principal, que é fechada, ninguém precisa comprar mais nada, isso é o que mata a DC.

O mínimo para você entender o Infinite Crisis é ler: Crise nas Infinitas Terras, Dia de Formatura, Crise de Identidade, Rann Thanagar War, The Return of Donna Troy, OMAC Project, Sacrifice, Day of Vengeance, Villains United, Crisis of Conscience, ai sim chegar ao Infinite Crisis, e como eu falei é o MÍNIMO e o mínimo são 55 revistas, se você quiser se aprofundar e entender realmente tudo, passa de 100 tranquilo, chega a quase 200, se não passar disso, o que vai acontecer quando a crise terminar, já que foi anunciada uma máxi-série de 52 edições a 52*, necessária para entender um pulo de 1 ano que a DC vai promover na metade do Infinite Crisis.

Para entender melhor o House Of M você precisa apenas do Avengers Disassembled, 4 revistas, que na verdade nem são tão necessárias já que tudo é muito bem explicado dentro da própria série, o que não é feito em Infinite Crisis, você é jogado naquele meio sem entender que porra tá acontecendo!!!

Todos esses meses eu lia por semana sei lá, 5 revistas ligadas ao Infinite Crisis e achava do caralho, mas ao ler apenas UMA do House Of M a cada DUAS SEMANAS, isso quando não atrasava, pra pirar, gritar CARALHO CARALHO CARALHO CARALHO!!!!

Depois de ter lido House of M 7 ANTES de ler Infinite Crisis 1, entendi o porque desse atraso, a Marvel lançou uma das melhores revistas DO ANO junto com a mais esperada pela DC e provou mais uma vez que é melhor. Infinite Crisis vai ser do caralho, com certeza, mas House Of M já entrou na história desde sua primeira edição.

Talvez InfCri venda mais que HofM, já que existe toda uma promoção em cima da série, uma jogada muito maior e mais ousada do que HofM, existe todo um planejamento de comunicação e promoção em cima da série e, com certeza, personagens como Superman, Batman e Mulher Maravilha em uma capa chamam MAIS atenção do que Wolverine, Homem-Aranha e Feiticeira Escarlate que são personagens relativamente “novos”, que não tem a penetração de mercado que os da DC têm ainda, mas em termos de conteúdo ainda não posso falar muita coisa, já que estamos na primeira edição mas, para mim, já foi inferior a HofM 1.

Temos que pensar no seguinte: os fanboys americanos são diferentes dos brasileiros, lá realmente há uma separação do que é DC e do que é Marvel, aqui sabemos que são personagens diferentes, universos diferentes, mas sempre compramos as revistas da Abril e agora da Panini, a editora é a mesma, a promoção é conjunta, o site na internet é o mesmo para os fãs brasileiros, lá nos Estados Unidos é bem diferente, o fã da DC em sua maioria esmagadora não lê Marvel, assim como o fã da Marvel em sua maioria esmagadora não suporta a DC Comics. Existe uma guerra forte entre as editoras e os fã de se vestir a camisa mesmo. Para a Panini o interessante não é se a Marvel vende mais ou a DC, para eles a Panini DEVE vender a maior quantidade possível de revistas. E na verdade eu acho até melhor.

Bom, essas foram as minhas opiniões, as pessoas podem concordar ou não, o que eu quero falar é que eu sempre vou ser fã dos personagens da DC e dos personagens da Marvel, mesmo que sempre tenha tido uma preferência pela Marvel, vou ler sempre o que sair, porque eu AMO os quadrinhos, sejam Marvel, DC, Image, Dark Horse, ou brasileiro, americano, japonês, europeu, eu SEMPRE vou ler quadrinhos!!!

Concluindo, eu vou ler House Of M, vou ler Infinite Crisis, vou ler a próxima grande saga do verão do ano que vem e dos seguintes das duas editoras e de outras mais, o que importa é sempre apoiar essa forma de arte que precisa cada vez mais de antigos e novos fanboys!!!

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House Of M Poster

by Gordo Seboso on Apr.20, 2005, under Esse Eu Li Todo, Quadrinhos


Senhoras e senhores, House of M (Percebam a Cristal e outros personagens que deram uma sumida, heheh :P!!!)

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Caralho, muito foda, Phoenix Endsong, a história…

by Gordo Seboso on Jan.08, 2005, under Esse Eu Li Todo, Quadrinhos

Caralho, muito foda, Phoenix Endsong, a história é ótima, e os desenhos maravilhosos, Greg Land mata a pau, o cara é muito foda, pena que a gente sabe que a Jean vai morrer de novo, pra voltar de novo daqui alguns anos, :S, isso que é ridículo, mas tudo bem! Posted by Hello

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AVENGERS 503

by Gordo Seboso on Nov.04, 2004, under Esse Eu Li Todo, Quadrinhos

Avengers 503

O que eu tenho a falar dessa edição? Bom, poucas páginas pra muita coisa. Foi uma conclusão boa no final mas não tããããããoooo boa!

Tem seus pontos fortes, tipo a piadinha do homem-aranha:

- …ela foi casada com um robo…
e claro a cara de todo mundo depois deste comentário

Pontos fracos:

A diagramação das imagens da Wanda, podre, de onde diabos apareceu o Magneto, putz, o cara aparece, numa cena do caralho, mas e ai? chega a ser cômico, outro, ERRO DE CONTINUIDADE, pow cara, o Fera com o uniforme da fase New X-Men, :\, fala sério, se o Magneto já está em Genosha com o Xavier, o Fera já está na fase Astonishing…

Bom, acho que a conclusão teria sido melhor se tivesse durado mais uma edição, tipo descoberta nessa e na 504 a conclusão, com certeza, poderiam ter aumentado mais uma edição, fala sério!!!!!

De todo não é mal, a conclusão mesmo sai semana que vem em Avengers Finale, que é o que aconteceu depois disso… ai mês que vem New Avengers… vamos ver no que vai dar

Bom, é isso, esperei até agora, 3:10 da matina, devia ter deixado pra ler amanhã…

Lissinha, te amo, to morrendo de saudade!

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Nunca mais leio Spoilers pela net!!!

by Gordo Seboso on Nov.03, 2004, under Esse Eu Li Todo, Quadrinhos

Se você está lendo as sagas Avengers Disassembled e Identity Crisis, ou até as mais recentes que estão saindo no Brasil, ignore meu post se não quiser estragar a surpresa, é UM SPOILER, pra quem quiser ler outras coisas que não sejam sobre quadrinhos, ou então evitar o spoiler, pule logo pro final do post, mas de olhos fechados, hehehehe!!!!.
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Que droga, ontem eu li dois spoilers que estragaram a surpresa em duas sagas que eu to lendo. Uma o Avengers Disassembled, em que o vilão tava na cara e ninguém se tocou (o arco se chama Chaos! allllooooowwww????), e foi foda, a revista sai hoje, e tudo já fazia parte de algo planejado pela Marvel pra voltar a lançar aqueles crossovers gigantescos que faziam anos que não saiam, e tudo começou com o Planet X que sai aqui em Janeiro acho, e o vilão é… vilã, heroina na verdade, a Feiticeira Escarlate que deu uma enlouquecida, depois dessa saga a revista passa a se chamar New Avengers (eles tão usando o NEW direto depois do sucesso de New X-Men), e pow, outra coisa na cara, quando é que os Vingadores iam ser o Capitão América, Homem de Ferro, WOLVERINE, HOMEM-ARANHA, LUKE CAGE, MULHER ARANHA, SENTINELA, já era pra todo mundo ter percebido, isso cheiro a armação da Marvel, vem um crossoverZÃO, vão até ressucitar a Fênix em Janeiro pow, pra no meio do ano sair o House Of M.

Só sei que depois do Avengers Disassembled o Magneto vai levar a Wanda pra Genosha e ela vai fazer parte do Excalibur.

Todo esse House of M vai girar em torno do Planet X e do Disassemble, parece que vai rolar tipo um Crisis na Marvel, vão reformular tudo, que merda! Mas tudo bem!

Bom, outra saga é algo que não está confirmado, mas a Wizard deixou vazar e meia hora depois tirou do ar do assassino do Identity Crisis é o …. Dick Grayson, cara mais um CAGADA DA DC, ela adora fazer os heróis virarem a casaca, :S QUE MEEEEEERDA, mas lembrem-se, pode ser um boato ou brincadeira de alguém da Wizard, ela adora isso, mas vamos analisar os fatos:

  1. Segundo as solicitações de Janeiro, Bludhaven vai precisar de novos heróis, por isso Robin e Batgirl estão se mudando para lá
  2. Em Nightwing diz que “analisando o passado Asa Noturna analisa sua vida” ai começa o Nigthwing Year One
  3. Já havia sido anunciado que o assassino era alguém da Batfamily (podia ser o Alfred, hehehe, a culpa sempre é do mordomo, HAHAHAHAHAHAH… tá bom, piadinha sem graça!!!)
  4. Quem mais da DC foi estuprada e teve a vida acabada e TCHA-RAN namorou com o Dick? A Bárbara, antiga Batmoça, Oraculo atualmente, pode ter sido tudo armado por ela para se vingar… do que não sei, já que quem fez isso com ela foi o Coringa
  5. A DC tem mania de fazer essas cagadas (Vide Rapina, Hal Jordan)
  6. Parece que em O Retorno do Cavaleiro das Trevas 2 tem algo mencionando um Dick vilão
  7. A DC tem mania de fazer essas cagadas (Só pra fixar)

Ai que ódio, UI!!!!
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Lissinha, estou morrendo de saudades, te amo muito, queria tanto estar agarradinho hoje, ainda bem que vamos no ver, hehehe, te amo!!!

Outra novidade são duas bandas que estou escutando direto que são ÓTIMAS, Keane e The Killers, cara escutem, elas são ótimas

Bom é isso, meu maior post até agora, hehehe!!!!

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